AS FUGAS QUE VIVEMOS OU QUEREMOS.
Quando começamos a gostar de alguém? No que acreditamos e o que sentimos quando é estar com alguém que acreditamos ser especial e para toda uma vida? Em quanto tempo demoramos a descobrir estarmos com a pessoa errada e porque muitas vezes continuamos com ela?
Acredito não ter um momento no qual passamos a gostar de alguma pessoa, qualquer pessoa, a empatia às vezes é imediata, quantas pessoas que mesmo sem termos muito relacionamento nos são tão caras? E namoros? Às vezes levamos uma vida para descobrir o verdadeiro amor, e às vezes os descobrimos em poucos minutos, em poucas horas, às vezes sempre sabíamos onde ele estava, mas por falta de oportunidade, por falta de coragem deixamos a vida seguir.
Como temos hoje um mundo tão racional, tão tecnológico, e ao mesmo tempo tão pouco maduro no que diz respeito aos sentimentos alheios e aos nossos próprios sentimentos, como julgamos e somos julgados tão rapidamente por nossos comportamentos, mas mesmo assim deixamos de lado o maior dos julgamentos, o nosso próprio. Tal qual colocado no filme “Clube da Luta” tudo num avião é descartável, inclusive os amigos ao lado, que às vezes batemos papo, ou que às vezes dormimos e não os conhecemos existem hoje os amigos, trabalhos, e até os namoros descartáveis, pessoas que damos tudo de nós mesmo que por alguns poucos minutos, alguns dias, alguns meses, e por vezes até alguns anos, mas que por fim descartamos e colocamos naquele espaço de nossas lembranças como algo que passou, e nada significou.
Mas tão complicado quanto aceitarmos seguir esta vida de descartáveis é uma hora refletir e descobrir termos sido descartados, termos sido uma fuga, uma saída para algum problema ou ainda motivações mais vazias, desde uma forma de esquecer alguém, até uma maneira de não ficar sozinhos. Que triste é um mundo que acaba nestas fugas onde ser usa as pessoas, pelo simples fato de que a razão supera a emoção, não conseguimos vencer a barreira do descrédito e enfrentar nossos desejos verdadeiros, nossa real busca pela felicidade.
Busca pela felicidade, um dos direitos primordiais e únicos do ser humano, e mesmo assim temos tanto medo em enfrentar este desafio, será que é o medo de se enganar e a razão falar que sua felicidade é boba ou simples demais? Será que não podemos ser felizes assim e assim somente? Ou como diz Thoreau em Walden, “Ao final de nossas vidas descobrirmos que enfim nunca vivemos,...”
De qualquer forma não podemos ser assim sempre pessimistas, pois ainda assim vivemos num mundo que balança entre razão e emoção, e ocasionalmente a emoção tem superado a razão extrema, é a mesma emoção que nos permite termos um sentimento tão grande quanto o amor, a esperança. A esperança de que quando tudo aponta contra você surgem amigos de verdade que lhe apóiam e crêem em você, é a esperança que pode nos encaminhar para as situações, para uma vida não descartável, onde os amigos, onde o trabalho, e onde o amor não se é descartado de uma hora para a outra, num ciclo esperançoso podemos ver, sentir, nos inundar com a mudança, com a força, com a reverberação de nossos próprios sons, compreensíveis ou não, e assim chegarmos não ao que somos hoje, mas sim no que podemos ser.
Não pense assim que você conseguirá isso sozinho, a jornada até pode ser solitária, mas é neste torpe caminho e com esperança, amor e vontade que os amigos, nossas família, nossos amores lá estarão por nós, não para nos descartar ao final da viagem, mas para lembrar que por mais fortes que sejam os laços aqui, um dia fatalmente a morte intervirá, e independente de que se a vida é maior que a morte ou se a morte é maior do que a vida, o amor é maior que ambos.
Acredito não ter um momento no qual passamos a gostar de alguma pessoa, qualquer pessoa, a empatia às vezes é imediata, quantas pessoas que mesmo sem termos muito relacionamento nos são tão caras? E namoros? Às vezes levamos uma vida para descobrir o verdadeiro amor, e às vezes os descobrimos em poucos minutos, em poucas horas, às vezes sempre sabíamos onde ele estava, mas por falta de oportunidade, por falta de coragem deixamos a vida seguir.
Como temos hoje um mundo tão racional, tão tecnológico, e ao mesmo tempo tão pouco maduro no que diz respeito aos sentimentos alheios e aos nossos próprios sentimentos, como julgamos e somos julgados tão rapidamente por nossos comportamentos, mas mesmo assim deixamos de lado o maior dos julgamentos, o nosso próprio. Tal qual colocado no filme “Clube da Luta” tudo num avião é descartável, inclusive os amigos ao lado, que às vezes batemos papo, ou que às vezes dormimos e não os conhecemos existem hoje os amigos, trabalhos, e até os namoros descartáveis, pessoas que damos tudo de nós mesmo que por alguns poucos minutos, alguns dias, alguns meses, e por vezes até alguns anos, mas que por fim descartamos e colocamos naquele espaço de nossas lembranças como algo que passou, e nada significou.
Mas tão complicado quanto aceitarmos seguir esta vida de descartáveis é uma hora refletir e descobrir termos sido descartados, termos sido uma fuga, uma saída para algum problema ou ainda motivações mais vazias, desde uma forma de esquecer alguém, até uma maneira de não ficar sozinhos. Que triste é um mundo que acaba nestas fugas onde ser usa as pessoas, pelo simples fato de que a razão supera a emoção, não conseguimos vencer a barreira do descrédito e enfrentar nossos desejos verdadeiros, nossa real busca pela felicidade.
Busca pela felicidade, um dos direitos primordiais e únicos do ser humano, e mesmo assim temos tanto medo em enfrentar este desafio, será que é o medo de se enganar e a razão falar que sua felicidade é boba ou simples demais? Será que não podemos ser felizes assim e assim somente? Ou como diz Thoreau em Walden, “Ao final de nossas vidas descobrirmos que enfim nunca vivemos,...”
De qualquer forma não podemos ser assim sempre pessimistas, pois ainda assim vivemos num mundo que balança entre razão e emoção, e ocasionalmente a emoção tem superado a razão extrema, é a mesma emoção que nos permite termos um sentimento tão grande quanto o amor, a esperança. A esperança de que quando tudo aponta contra você surgem amigos de verdade que lhe apóiam e crêem em você, é a esperança que pode nos encaminhar para as situações, para uma vida não descartável, onde os amigos, onde o trabalho, e onde o amor não se é descartado de uma hora para a outra, num ciclo esperançoso podemos ver, sentir, nos inundar com a mudança, com a força, com a reverberação de nossos próprios sons, compreensíveis ou não, e assim chegarmos não ao que somos hoje, mas sim no que podemos ser.
Não pense assim que você conseguirá isso sozinho, a jornada até pode ser solitária, mas é neste torpe caminho e com esperança, amor e vontade que os amigos, nossas família, nossos amores lá estarão por nós, não para nos descartar ao final da viagem, mas para lembrar que por mais fortes que sejam os laços aqui, um dia fatalmente a morte intervirá, e independente de que se a vida é maior que a morte ou se a morte é maior do que a vida, o amor é maior que ambos.


1 Comentários:
Às 13 de março de 2009 às 20:38 ,
Unknown disse...
Poxa LP...não sabia dessa sua veia escritora! rsrsrsrsrsrs
muito legas este texto! sabe que somos arianos e essa coisa de emoção é o que nos move, bom, daí os conflitos, a descrença e a falta de esperança!
Tem gente racional demais nesse mundo pro meu gosto...isso me irrrrrrrrrrrrrrita! Joga sal que é lesma! ahahahahaha
bjo querido,
adorei mesmo!
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