Entre Lençois
Esta final de semana assistir o filme nacional “Entre Lençóis”, numa expectativa de mais um filme que sei lá, poderia ser daqueles “meia-boca”, ou mais algum filme forrado de algumas cenas quentes e poucos diálogos tive uma grata surpresa.
O filme muito me surpreendeu, pois mesmo sendo um constante diálogo entre dois grandes atores, mostrando muito detalhadamente o que são os relacionamentos hoje em dia, onde temos pouca profundidade nos relacionamentos, ou melhor, colocando que hoje em dia as pessoas deixam de lado sua felicidade e passam a fingir para si mesmas, mentindo para si e para os outros, buscando de uma maneira que as torna infeliz, uma comodidade, uma proteção ao “status quo”.
No filme a personagem de Paola Oliveira esta preste a se casar, mas independente de estar se casando com um “bonzinho até demais” ela procura noutro homem momentos de diversão, de prazer, e acaba descobrindo num parceiro anônimo, num “galinha” a profundidade e cumplicidade que ela nunca conseguiu com seu quase esposo.
Realmente vemos tanto isso nos dias de hoje, tanta falta de cumplicidade, de confiança, queremos tanto atender aos preceitos sociais, que às vezes esquecemos quem somos, queremos tão firmemente nos encaixar no meio social que pagamos um alto preço, e este preço é quem somos, ou quem projetamos ser desde nossa adolescência.
Mas sabem que as vezes nestas mudanças, descobrimos que mesmo sendo tão planejados, as vezes a vida dá estas reviravoltas, e aprendemos tanto, crescemos tanto, e realmente, quando achamos que pensamos estar perdidos sem norte, encontramos nossa bússola.
Como disse uma vez Frank S. Land, as vezes temos que sacrificar quem somos, para sermos quem podemos ser. Esta mudança quando acontece nos muda de tal forma, com tanta intensidade que até nos assustamos com o que vemos, ou melhor, atingimos um ponto que jamais pensaríamos alcançar, e isso nos atinge por que nunca havíamos acreditado em nós mesmos.
Vendo o filme refleti muito sobre isso, a superficialidade realmente nos paralisa, nos limita, não nos deixa ver a nós mesmos, trava quem somos e quem podemos ser, mas enfrentar isso tem um custo, e este custo é nossa mudança, e esta mudança às vezes nos afasta daquilo que nos prendia à superficialidade, pois como disse Einstein, a mente que se expande nunca mais volta ao tamanho original, plagiando ele, a pessoa que se aceita e cresce, nunca mais será a mesma.
Se isso é bom, se isso é mau, não sei dizer, alias, ninguém saberá dizer, pois somente quem muda, vai poder pensar no que ganhou e no que perdeu, e ao final entenderá que o que perdeu na verdade jamais esteve com ele realmente, e sim estava com alguém as vezes incompleto.
Recomendo o filme, não recomendo a trilha sonora, nossa o filme poderia ter sido milhares de vezes melhor com uma musica que nos lembrasse sempre dele, mas conseguiram num filme aparentemente “meia boca” que se revela ser muito bom, estragar com uma trilha sonora ruimmmmm, de dar dó, mas entre mortos e feridos fica a bela mensagem contemporânea realista do que vivemos hoje em dia, vai que levando um bom mp3 e colocando uma musica baixinho para ouvir as falas ficaria melhor ver Roberto e Paula falando de sentimentos e sinceridade ao som da trilha de 9 e ½ semanas de amor.
O filme muito me surpreendeu, pois mesmo sendo um constante diálogo entre dois grandes atores, mostrando muito detalhadamente o que são os relacionamentos hoje em dia, onde temos pouca profundidade nos relacionamentos, ou melhor, colocando que hoje em dia as pessoas deixam de lado sua felicidade e passam a fingir para si mesmas, mentindo para si e para os outros, buscando de uma maneira que as torna infeliz, uma comodidade, uma proteção ao “status quo”.
No filme a personagem de Paola Oliveira esta preste a se casar, mas independente de estar se casando com um “bonzinho até demais” ela procura noutro homem momentos de diversão, de prazer, e acaba descobrindo num parceiro anônimo, num “galinha” a profundidade e cumplicidade que ela nunca conseguiu com seu quase esposo.
Realmente vemos tanto isso nos dias de hoje, tanta falta de cumplicidade, de confiança, queremos tanto atender aos preceitos sociais, que às vezes esquecemos quem somos, queremos tão firmemente nos encaixar no meio social que pagamos um alto preço, e este preço é quem somos, ou quem projetamos ser desde nossa adolescência.
Mas sabem que as vezes nestas mudanças, descobrimos que mesmo sendo tão planejados, as vezes a vida dá estas reviravoltas, e aprendemos tanto, crescemos tanto, e realmente, quando achamos que pensamos estar perdidos sem norte, encontramos nossa bússola.
Como disse uma vez Frank S. Land, as vezes temos que sacrificar quem somos, para sermos quem podemos ser. Esta mudança quando acontece nos muda de tal forma, com tanta intensidade que até nos assustamos com o que vemos, ou melhor, atingimos um ponto que jamais pensaríamos alcançar, e isso nos atinge por que nunca havíamos acreditado em nós mesmos.
Vendo o filme refleti muito sobre isso, a superficialidade realmente nos paralisa, nos limita, não nos deixa ver a nós mesmos, trava quem somos e quem podemos ser, mas enfrentar isso tem um custo, e este custo é nossa mudança, e esta mudança às vezes nos afasta daquilo que nos prendia à superficialidade, pois como disse Einstein, a mente que se expande nunca mais volta ao tamanho original, plagiando ele, a pessoa que se aceita e cresce, nunca mais será a mesma.
Se isso é bom, se isso é mau, não sei dizer, alias, ninguém saberá dizer, pois somente quem muda, vai poder pensar no que ganhou e no que perdeu, e ao final entenderá que o que perdeu na verdade jamais esteve com ele realmente, e sim estava com alguém as vezes incompleto.
Recomendo o filme, não recomendo a trilha sonora, nossa o filme poderia ter sido milhares de vezes melhor com uma musica que nos lembrasse sempre dele, mas conseguiram num filme aparentemente “meia boca” que se revela ser muito bom, estragar com uma trilha sonora ruimmmmm, de dar dó, mas entre mortos e feridos fica a bela mensagem contemporânea realista do que vivemos hoje em dia, vai que levando um bom mp3 e colocando uma musica baixinho para ouvir as falas ficaria melhor ver Roberto e Paula falando de sentimentos e sinceridade ao som da trilha de 9 e ½ semanas de amor.


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